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Última araucária resiste

50 Rua-Grande-dividida
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Rua Grande dividida e loteada, a última araucária plantada no final do século IXX ainda sobrevive em frente ao local onde será construído o Hotel Albatroz. Ao fundo, à dirita na foto.

Inicio dos anos 40.

Foto: http://tabernadahistoriavc.com.br/praca-da-republica/

Panorâmica da Rua Grande

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Detalhe: a sombra indica que são aproximadamente 11 da manhã. 

Rua grande 1939Imagem integral, ao fundo estrada para Ilhéus.

fechadas
Detalhe: casas comerciais fechadas indica que é domingo ou feriado.

Foto tirada desde a  torre da igreja matriz, mostra ao fundo a estrada para Ilhéus, dois automóveis, posteamento de iluminação, pessoas reunidas na praça, animais. Possivelmente final dos anos 30.

Foto: autor desconhecido: http://bit.ly/P40xLq

Aérea 1, 1937 – Rua Grande, o começo

 
Foto do final da década de 1930, possivelmente 1937, quando a catedral estava em construção. Possivelmente pelo avião do próximo post.
 
Acervo do Museu Regional de Vitória da Conquista.
 
Uma das fotos mais incríveis de Conquista na década de 1930. As duas principais praças do centro ainda são um descampado chamado Rua Grande, onde era realizada a Feira. No alto, à esquerda o Poço Escuro, de onde descia o Rio Verruga,  onde nasceu a cidade depois do massacre dos índios.
 
Sobre esta foto, relato de Maria Angélica, filha de dona Zaza, moradora de um dos sobrados da Rua Grande:
 
‘Foi meu marido quem mandou fazer essa ampliação. Eu também já cedi uma cópia pro museu. Foi o primeiro avião quando veio aqui. Que fotografou a cidade. Essa vista. É uma vista aérea. Aqui oh! Aqui é a Rua do Cruzeiro. Aqui já é lá em cima. Aqui é a mata do córrego. Passava por fora e por dentro do quintal daqui de casa. Essa mata é fundo de quintais. Aqui. Eram três pinheiros, ‘altão’ que eu lhe mostrei, que ficava quase em frente a igreja. Esse em frente ao Bradesco e esse em frente a rádio clube. No meu tempo já tinha o prédio da rádio clube. Tinha o pinheiro. O daqui morreu, o dali morreu e quando eles dividiram a praça e fizeram esse quarteirão, cortaram o pinheiro pra fazer ali a Rua Maximiliano Fernandes. ” http://www.mestradohistoria.com.br/imagens_sys/EDENAIR_ROCHA.pdf
 
 

Araucárias da Rua Grande

Araucária
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De acordo com os textos abaixo, de Ruy Medeiros e de Luís Fernandes, podemos estimar que esta foto seja do final da década de 30, possivelmente 1939.

Ruy Medeiros:

”…em 1932, na gestão do Prefeito Arlindo Mendes Rodrigues, a casa de Oração, já Igreja Matriz, foi demolida. Um pouco mais acima do local onde fora edificada, na mesma praça (Rua Grande, Praça da República, hoje Praça Trancredo Neves) foi construído um templo bem maior, em linhas neogóticas – a atual catedral de Nossa Senhora da Vitória, cuja pedra fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1932, em missa do Côneco Exupério Gomes.
Tal como o templo anterior, a construção do novo prédio foi demorada. Somente em 1944, acompanhada de Casa Paroquial, considerou-se terminado o trabalho de edificação.”

http://ruymedeiros.blogspot.com.br/2012/05/noticia-davelha-casa-de-oracao.html

Diz Luís Fernandes:

“Em 16 de maio de 1938 é colocada a cruz de cimento no alto da torre da Igreja e no dia 31 do mesmo mês é inaugurada a nova Matriz. A primeira missa foi celebrada pelo Padre Nestor Passos da Silva, Vigário da Freguesia que foi substituído pelo Frei Egídio. De junho a dezembro de 1940, foi vigário o padre Florêncio Sizínio Vieira, mais tarde Bispo de Amargosa e Conquista, sendo também vigário Frei Benjamim de Vila Grande e Frei Apolônio.”

http://tabernadahistoriavc.com.br/segunda-igreja-matriz-foi-inaugurada-em-1938/

Foto:http://www.sudoestenarede.com.br/v1/2010/07/05/uma-praca/#more-11365

Uma dúvida. Quantas araucárias haviam na Rua Grande no final da década de 30?

Segundo o blog Taberna da História do Sertão,  no final dos anos 30 eram duas araucárias plantadas em 1981. Mas as fotos apresentadas como se fosse de duas árvores, indicam, na verdade, uma só,  fotografrada em direção à Igreja e em direção ao outro lado da Rua, ao sobrado que hoje é a  Câmara. A árvore ficava mais ou menos onde foi construídoo o Hotel Albatroz. Haviam  duas outras Araucárias frondosas na década de 20, uma próxima da igreja e outras no final da Rua Grande, que aparecem nesta foto aqui. 

30 Rua-Grande.
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Fonte: http://tabernadahistoriavc.com.br/conto-photographico-as-araucarias-da-rua-grande/

As três araucárias e os meninos na Rua Grande

30-rua-grande2Na década de 20 eram três as araucárias da Rua Grande. No alto da foto à esquerda, a antiga matriz  ainda de pé. Foto: autor desconhecido, do  arquivo do Museu Regional
http://conversadebalcao.com.br/conquista-cresceu-de-teimosa/
Publicada também na dissertação de mestrado de Edenair Carvalho Rocha “As fontes dos vestígios: memória e fotografia nas transformações urbanas na cidade de Conquista entre 1920 a 1940, pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB – Campus V, Santo Antônio de Jesus, Bahia, sob a orientação do Professor Gilmário Moreira Brito: http://www.mestradohistoria.com.br/imagens_sys/EDENAIR_ROCHA.pdf
E também aqui sobre brigas de família:
https://licuri.wordpress.com/2013/07/27/nao-passe-na-minha-calcada/

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Feira? Festa? Procissão?

meu siteUma das mais intrigantes fotos de Conquista da década de 20. Segundo Fernando Odilon, em post que tem como fonte a Revista Histórica de Conquista, de Aníbal Viana, a foto é de 1924.
Mas o que acontece neste dia na Rua Grande?
Feira? Festa? Procissão? 

detalhe-1Detalhe do lado esquerdro da foto. Alfaitaria Imperial, Grêmio Castro Alves.

detalhe-2
Detalhe do lado direito da foto.

Foto: http://www.pmvc.ba.gov.br/v2/conflitos/

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Sobrado Paulino Fernandes de Oliveira, bazar 17

digitalizar0020Sobrado do Coronel Paulino Fernandes de Oliveira
Construído de 1890 a 1906. Destruído em 1973. No local foi erguida a sede do Banco do Brasil, inaugurada em 1978. Suas paredes de “adobão” mediam um metro de espessura e seu madeiramento foi todo extraído na fazenda, distante dez quilômetros de Conquista. Foi residência, casa comercial no térreo, redação e oficina do jornal A Palavra, Colégio São José, Clube Conquistense, Rádio Clube, Cento Espírito, Coletoria Federal e a partir de 1929 Hotel Conquista. Esquina da Rua Grande e posteriormente Praça Barão do Rio Branco e Praça Silva Jardim.
Foto e informações: http://tabernadahistoriavc.com.br/coronel-guge-o-lider-politico-de-conquista-no-inicio-do-seculo-xx/ e http://tabernadahistoriavc.com.br/hotel-conquista-o-primeiro-hotel-da-cidade/

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