Zoo

Zoo

Jardim das Borboletas com mini zoo, antes da fonte luminosa, do viveiro e com as Palmeiras imperiais recém-plantadas. Início da década de 50.
Foto enviada por Célia Bispo.

Em texto sobre a Rua Grande, Ruy Medeiros conta estas transformações:
(…) Mas esta praça tão antiga teima em ser sempre nova. Não quer decair. Continua espaço de lazer, passeios, de moradia, de comércio e, às vezes, cívico.É verdade que sofreu alterações em seu centro. Já abrigou velhos pinheiros. Na década de 50, foi seu jardim transformado em “Parque e Jardim das Borboletas”. Aí havia o Zoológico, até com onça (dizem sempre para impressionar). Mas o sucesso eram os macacos Cazuza e Simão. Parque infantil? – Sim havia. Mais: sucesso complementar: Foi também construída a fonte luminosa com sua vênus no alto e no centro, a despertar sonhos na meninada. Perto da fonte luminosa (que gerou anedotas vitimando incantos que levavam – seria verdade? – frascos para colher água vermelha, verde ou azul) – perto da fonte luminosa estava a “Cidade dos Pássaros”, viveiro com 149 m2. Bancos ofertados por pessoas. Ficus Benjamim que tiveram de ser destruídos para que não abrigassem ‘Lacerdinhas’.(…)
http://ruymedeiros.blogspot.com.br/2012/05/uma-praca-23rddez2008.html

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